sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

E TU?

Pra descontraírir e rir...

Situação: O fim das férias.Ano 1980:
Depois de passar 15 dias com a família atrelada numa caravana
puxada por um Fiat 600 pela costa de Portugal, terminam as férias. No dia
seguinte vai-se trabalhar.
 Ano 2010:
Depois de voltar com a família de Cancún de uma viagem com tudo pago, terminam
as férias. As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão, seborreia e
caganeira.
Situação: Chega o dia de mudança de horário de Verão para Inverno.
Ano 1980:
Não se passa nada.
 Ano 2010:
As pessoas sofrem de distúrbios de sono, depressão e caganeira.
Situação: O Pedro está a pensar ir até ao monte depois das aulas, assim que entra no colégio mostra uma navalha ao João, com a qual espera poder fazer uma fisga.
Ano 1980:
O director da escola vê, pergunta-lhe onde se vendem, mostra-lhe a
sua, que é mais antiga, mas que também é boa.
 Ano 2010:
A escola é encerrada, chamam a Polícia Judiciária e levam o Pedro
para um reformatório. A SIC e a TVI apresentam os telejornais desde a porta
da escola.
 Situação: O Carlos e o Quim trocam uns socos no fim das aulas.
Ano 1980:
Os companheiros animam a luta, o Carlos ganha. Dão as mãos e
acabam por ir juntos jogar matrecos.
 Ano 2010:
A escola é encerrada. A SIC proclama o mês anti-violência escolar,
O Jornal de Notícias faz uma capa inteira dedicada ao tema, e a TVI insiste
em colocar a Moura Guedes à porta da escola a apresentar o telejornal,
mesmo debaixo de chuva.
Situação: O Jaime não pára quieto nas aulas, interrompe e incomoda os colegas.
Ano 1980:
Mandam o Jaime ir falar com o Director, e este dá-lhe uma bronca
de todo o tamanho. O Jaime volta à aula, senta-se em silêncio e não
interrompe mais.
 Ano 2010:
Administram ao Jaime umas valentes doses de Ritalina. O Jaime
parece um Zombie.
Situação: O Luis parte o vidro dum carro do bairro dele. O pai caça um cinto e espeta-lhe umas chicotadas com este.
Ano 1980:
O Luis tem mais cuidado da próxima vez. Cresce normalmente, vai à
universidade e converte-se num homem de negócios bem sucedido.
 Ano 2010:
Prendem o pai do Luís por maus tratos a menores. Sem a figura
paterna, o Luís junta-se a um gang de rua. Os psicólogos convencem a sua
irmã que o pai abusava dela e metem-no na cadeia para sempre. A mãe do Luís
começa a namorar com o psicólogo. O programa da Fátima Lopes mantém durante
meses o caso em estudo, bem como o Você na TV do Manuel Luís Goucha.
Situação: O Zézinho cai enquanto praticava atletismo, arranha um joelho. A sua professora Maria encontra-o sentado na berma da pista a chorar. Maria abraça-o para o consolar.
Ano 1980:
Passado pouco tempo, o Zézinho sente-se melhor e continua a correr.
 Ano 2010:
A Maria é acusada de perversão de menores e vai para o desemprego.
Confronta-se com 3 anos de prisão. O Zézinho passa 5 anos de terapia em
terapia. Os seus pais processam a escola por negligência e a Maria por
trauma emocional, ganhando ambos os processos. Maria, no desemprego e cheia
de dívidas suicida-se atirando-se de um prédio. Ao aterrar, cai em cima de
um carro, mas antes ainda parte com o corpo uma varanda. O dono do carro e
do apartamento processam os familiares da Maria por destruição de
propriedade. Ganham. A SIC e a TVI produzem um filme baseado neste caso.
Situação: Um menino branco e um menino negro andam à batatada por um ter chamado 'chocolate' ao outro.
Ano 1980:
Depois de uns socos esquivos, levantam-se e cada um para sua casa.
Amanhã são colegas.
 Ano 2010:
A TVI envia os seus melhores correspondentes. A SIC prepara uma
grande reportagem dessas com investigadores que passaram dias no colégio a
averiguar factos. Emitem-se programas documentários sobre jovens
problemáticos e ódio racial. A juventude Skinhead finge revolucionar-se a
respeito disto. O governo oferece um apartamento à família do miúdo negro.
Situação: Fazias uma asneira na sala de aula.
 Ano 1980:
O professor espetava duas valentes lostras bem merecidas. Ao
chegar a casa o teu pai dava-te mais duas porque 'alguma deves ter feito'
 Ano 2010:
Fazes uma asneira. O professor pede-te desculpa. O teu pai pede-te
desculpa e compra-te uma Playstation 3.

SIGRHE...novidades

Tal como se tem vindo a referenciar, as aplicações da nova plataforma têm vindo a surgir aos poucos.
Hoje apareceu uma nova opção Geral-Consulta de Documentos, esta permite ver em PDF todas as bolsas de recrutamento/lista de colocados...ainda à pouco achava estranho termos deixado de aceder às antigas listas, sobretudo, de ter sido antes do DIAP lá ir...fico mais satisfeito por saber que afinal amos continuar a ter acesso à informação das listas.
Hoje, também, começaram a aparecer novas ofertas de escola.
Aos poucos a plataforma vai se estruturando...muitas são as criticas que tenho feito quanto à falta da disponibilização de informações anteriores..pode ser que tudo ñão passe duma questão de tempo para a disponibilizarem, a ver vamos...
Resta-nos apenas esperar e ir vendo as ofertas de escola que vão surgindo...pode ser apareça a nossa sorte...


MEC colabora com investigação

Concurso professores: MEC colabora com investigação do DIAP

«O Ministério da Educação assegurou que está a colaborar com a investigação do Ministério Público sobre a colocação de professores, depois de ter recebido a visita de elementos do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP).

Em resposta à agência Lusa, o MEC diz que a diligência hoje efetuada faz parte do processo a decorrer no DIAP sobre os concursos de professores, tratando-se de "um procedimento normal".
O MEC diz estar a colaborar para que a questão fique "definitivamente esclarecida".
Face às queixas, o MEC decidiu solicitar a abertura de um inquérito à Inspecção-Geral da Educação (IGE), no sentido de "avaliar e assegurar a regularidade de todos os procedimentos concursais e do recrutamento docente" do corrente ano letivo.
Em novembro, já estavam prontas as conclusões, segundo as quais "não se verificaram indícios de irregularidades ou ilegalidades que justifiquem qualquer tipo de procedimento, designadamente de natureza disciplinar". Foi proposto o arquivamento do processo de inquérito.
De acordo com uma informação do DIAP, as diligências efetuadas nas instalações do MEC foram ordenadas no inquérito instaurado em outubro, destinando-se à recolha de provas. »

Estas notícias agradam-me particularmente, demonstra que pelo menos o nosso esforço não foi em vão e, após quase 3 meses, começa a surgir movimentações.

Já o MEC politicamente correto veio dizer que estava cooperativo com o DIAP, o que é estranho é virem também afirmar que eles mesmos, para quem assegurava com tanta certeza que tudo era uma mera má interpretação por parte dos professores da lei, solicitaram também um inquérito à IEG...ora se não haviam dúvidas, pelo menos da parte deles, porquê solicitarem um inquérito interno? hum...aqui uma atitude incoerente e contraditória.

Quanto às provas que o DIAP recolheu só saberemos se dá em alguma coisa no fim de analisadas e, quanto ao relatório da IEG o certo é não dar em nada, é só mais um pró-forma só para dizerem que assim o assunto fica de vez esclarecido...

Quanto a mim apenas tenho a dizer que...desejo imenso que o DIAP comprove e se faça justiça...mas, não querendo ser a voz do diabo, dias antes do DIAP ir lá, todo o nosso sistema de concurso (DGRHE)ficou indisponível e foi actualizado (trocado) por outro sistema novo (SIGRHE)...nós mesmos se tentarmos aceder as listas e à aplicação antiga não dá e todos os dados não estão acessíveis...ora se até nas Secretas há fugas de informação...quem não nos garante que na DGRHE resolveram limpar antes a casa para receber a visita do DIAP?...laço aqui a questão...que me dizem vocês? Prof-Admin

quinta-feira, 5 de janeiro de 2012

Professores Procura-se!


Angola procura professores em Portugal e não os encontra

O Diário de Notícias de hoje traz um deliciosa história, escrita por Pedro Sousa Tavares, sobre as dificuldades de um colégio de Luanda no recrutamento de um diretor, um diretor pedagógico e quatro professores.

O colégio oferece 3000 dólares líquidos para o diretor, com direito a casa e carro com motorista. A seleção dos candidatos está a ser feita pela empresa de consultadoria Elevus. Candidatos não faltam. Contudo, por uma razão ou por outra, quase todos desistem durante o processo de seleção. Os que não desistem falta-lhes perfil para o cargo. Há seis meses que a empresa está com o processo em mãos e não há meio de o conseguir concluir.
Os sindicatos dizem que há 30 mil docentes desempregados. Não é verdade. Nos últimos três meses, foram colocados, através das diversas bolsas de recrutamento, mais de 12 mil docentes. E há muitos que nem sequer aqueceram o lugar. Uma semana depois de conhecerem as turmas declinaram o contrato. Há agrupamentos de escolas, situados em zonas do país muito problemáticas, onde é extremamente difícil contratar professores. Poucos suportam os níveis de violência verbal e física de algumas escolas dos arredores de Lisboa.
Obviamente, interessa aos sindicatos levantarem o espantalho do desemprego docente. Não nego que haja milhares de licenciados e mestres em ensino sem colocação. Uns porque concorrem apenas para escolas ao pé de casa; outros porque tiveram o azar de frequentar as universidades de Coimbra e do Porto, onde é difícil concluir o curso com mais de 14 valores; outros porque mal conhecem as turmas se põem em fuga. E outros, enfim, porque se especializaram em matérias para as quais não há necessidades transitórias nem permanentes.

Destaques do dia...

Estatuto do Aluno apresentado em Março

"O novo estatuto do aluno deverá estar concluído e pronto para ser discutido em Março, segundo João Casanova de Almeida, secretário de Estado do Ensino e da Administração Escolar." in Correio da Manhã

Tudo leva a crer que o novo estatudo irá sofrer profundas alterações, nomeadamente, em questões como a assiduidade e pontualidade dos alunos, a responsabilização da família pela indisciplina dos filhos, a necessidade de se abandonar as políticas de facilitismo no ensino. A ver vamos...
Segundo consta, o governo adiou para a próxima semana uma decisão relativa às alterações ao subsídio de desemprego. até lá nada justifica que milhares de professores ainda continuem sem receber o subsídio de desemprego por atrazos não explicados...

Ministério Público faz buscas na Educação

Ministério Público faz buscas na Educação

"Procuradores do Departamento de Investigação e Acção Penal fazem buscas no Ministério da Educação. Em causa, alegadas irregularidades na colocação de professores." (in Correio da Manhã)

Será que podemos dizer finalmente "Será feita justiça!"...anciando por novos pormenores...mas atrevo-me a dizer que após a noticia de ontem do descontentamento dos directores...será caso para dizer também "Zangam-se as comadres e descobrem-se as verdades!"...hum Prof-Admin

Noticia integral:

O Ministério Público fez ontem buscas no edifício da avenida 24 de Julho do Ministério da Educação e Ciência (MEC), no âmbito de alegadas irregularidades na colocação de professores no início deste ano lectivo.
As buscas, confirmadas pelo próprio MEC, surgem na sequência da entrega de documentos na Procuradoria-Geral da República (PGR), por parte da Federação Nacional dos Professores (Fenprof), em Outubro de 2011, que, segundo a estrutura sindical, apontam para a manipulação de dados no concurso público. Também nessa altura centenas de professores apresentaram queixa.
Assim, dando continuidade à investigação, procuradores do Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) estiveram ontem de manhã a fazer buscas na Direcção--Geral de Recursos Humanos do Ministério tutelado por Nuno Crato, em Lisboa, onde se procedeu a uma recolha exaustiva de informação de vários computadores, apurou o CM.
Em causa está o processo relativo à segunda bolsa de recrutamento de professores para preencher as chamadas necessidades transitórias das escolas, através da qual são determinadas as colocações de docentes a um ano ou menos, por via electrónica. Para justificar a alegada "manipulação de dados", a Fenprof enumerou diversos casos de professores, com nove e dez anos de serviço, que ficaram de fora do concurso porque durante dias não foi possível descarregar electronicamente os horários anuais, o que terá distorcido os resultados.
O MEC negou sempre a existência de irregularidades, considerando que os concursos de colocação de professores decorreram no "cumprimento integral da legislação em vigor".
INDEMNIZAÇÕES VALEM MILHARES DE EUROS
"É bom saber que a Justiça está a funcionar", reage Mário Nogueira, secretário-geral da Fenprof. "Tínhamos indícios de ilegalidades graves e denunciámos o caso." Em causa está a "distorção" nas colocações, que permitiu a professores com menos anos de carreira ultrapassarem os mais antigos. "As escolas não conseguiam colocar horários anuais, que surgiam como mensais, e como os professores mais velhos se candidatavam
só aos anuais, muitos acabaram por ser ultrapassados." Resultado: há professores no desemprego ou com horários incompletos. Mário Nogueira não dá estimativas, mas serão centenas os prejudicados. "Se houve ilegalidade, devem ser ressarcidos. As indemnizações podem atingir milhares de euros."
TUTELA CONFIRMA RECOLHA DE INFORMAÇÕES
O Ministério da Educação e Ciência confirmou ontem ao CM que foram efectuadas buscas na Direcção-Geral de Recursos Humanos, situada no edifício da avenida 24 de Julho, em Lisboa, mas recusou avançar com mais detalhes. "As eventuais averiguações efectuadas no âmbito do processo referente às bolsas de recrutamento decorrem do seu normal funcionamento e não serão comentadas pelo MEC", disse ao CM fonte oficial do ministério tutelado por Nuno Crato. O MEC sempre defendeu que os concursos em causa decorreram com "normalidade", admitindo "problemas pontuais".
CONDENADO A PAGAR HORAS EXTRAS
Os tribunais Administrativos e Fiscais de Castelo Branco e Leiria deram razão a dois professores que há cinco anos reclamaram ao Ministério da Educação o pagamento de horas extraordinárias por aulas de substituição. Na altura, o ministério era liderado por Maria de Lurdes Rodrigues.
SENTENÇAS POR CADUCIDADE
São já quatro as sentenças que condenam o MEC a pagar compensação aos professores por caducidade dos contratos a termo. Deram entrada nos tribunais queixas de 32 docentes. O provedor de Justiça, Alfredo José de Sousa, já tinha recomendado ao ministério o pagamento de indemnizações.



quarta-feira, 4 de janeiro de 2012

Os post mais curiosos do dia...

Ninguém pode negar que o promover para a importância da leitura, através do Plano Nacional da Leitura, tem sido eficazes na minha instrução literária diária...eis os melhores post's do dia:

Subdiretores e adjuntos de 13 escolas do Norte fazem queixa ao ME, à Dren e à IGE
A contestação à avaliação de desempenho chegou aos diretores, subdiretores e adjuntos. Um grupo de 18 subdiretores e adjuntos de 13 escolas do Norte enviaram uma carta ao ministro da educação, ao diretor regional da educação do norte e à IGE a contestarem os processos de avaliação de desempenho. Acusam o Conselho Coordenador de Avaliação de promover regras arbitrárias para validar as classificações de excelente e relevante.
"Engraçado, quandos os professores contestaram ninguém nos quis apoiar disseram que nós é que não queriamos ser avaliados e por isso reclamavamos...meus senhores a avaliação toca a todos...então não gostam de serem avaliados?"
Podem estar certos que estão errados. Crónica de Santana Castilho no Público de hoje
O ministro da Educação referiu a revisão da estrutura curricular que concebeu como um primeiro passo de alterações mais profundas, que ainda irão ser estudadas. Quando fixou horas de leccionação antes de estabelecer metas e programas, errou. Agiu como um curioso.

Redução de organismos centrais e regionais do MEC gera poupança de 6 milhões de euros anuais

"Através da publicação da referida Lei já referenciada num post aqui no Prof-Admin anterior, a extinção e fusão de organismos vai gerar uma poupança anual de 6 milhões de euros. Ficam apenas sete estruturas de administração direta do estado. Há uma redução significativa de dirigentes. Nuno Crato começa a cumprir a sua palavra de redução dos custos."

Comunicado de Imprensa do MEC

Tomou hoje posse o novo Conselho Diretivo da Fundação para a Ciência e a Tecnologia (FCT)

O ministro da Educação e Ciência defendeu, hoje que o orçamento da Fundação para a Ciência e Tecnologia é "adequado", apesar de ser o mais baixo dos últimos anos. "PUDERA!"

MP abre inquérito a Otelo por sugerir golpe militar

Otelo Saraiva de Carvalho falou recentemente na possibilidade de haver um golpe militar, caso fossem "ultrapassados os limites".

"Fonte ligada ao processo disse à Lusa que a abertura de um inquérito, que corre no Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa, foi determinada após um grupo de cidadãos ter apresentado queixa sobre o que o "Capitão de Abril" proferiu na entrevista.
Em declarações à agência Lusa, a propósito de uma manifestação de militares que estava marcada para dia 12 de novembro, Otelo Saraiva de Carvalho afirmou ser contra essas manifestações, mas defendeu que, se fossem ultrapassados os limites, com perda de mais direitos, a resposta poderia ser um golpe militar, que a concretizar-se seria mais fácil do que em 1974.
"Para mim, a manifestação dos militares deve ser, ultrapassados os limites, fazer uma operação militar e derrubar o Governo", defendeu Otelo num comentário à "manifestação da família militar". "Não gosto de militares fardados a manifestarem-se na rua. Os militares têm um poder e uma força e não é em manifestações coletivas que devem pedir e exigir coisas", disse. Mas disse compreender as suas razões e que considerava que as mesmas poderiam conduzir a "um novo 25 de Abril".
"Os militares têm a tendência para estabelecer um determinado limite à ac
tuação da classe política". Esse limite, considerou, foi ultrapassado em 1974 e culminou com a "revolução dos cravos". Actualmente, defendeu Otelo, Portugal está "a atingir o limite", corroborando o que anteriormente dissera: "Se soubesse o que sei hoje não teria possivelmente feito o 25 de abril". O coronel na reserva acredita que há condições para os militares tomarem o poder e vai mais longe: "bastam 800 homens".
Em comparação com o golpe de 1974 - do qual afirma ser um "orgulhoso protagonista" -, Otelo considera que um próximo seria até mais fácil, pois "há menos quartéis, logo menos hipóteses de existirem inimigos" da revolução. Questionado sobre a real possibilidade dos militares tomarem o poder, como há 37 anos, Otelo responde perentório: "Não tenho dúvida nenhuma que sim". "Os militares têm sempre essa capacidade, porque têm armas. É o último bastião do poder instituído", afirmou. "Estou convicto que, em qualquer altura, se os militares estiverem dispostos a isso, podem avançar sempre para uma tomada de poder", adiantou. " (in Económico)

Em Resposta, Otelo diz:

DGRHE - SIGRHE...parte2

Após ter lido os manuais e andado a explorar a nova aplicação, eis algumas considerações:
  • Nos próximos dias a aplicação sem sombra de dúvidas não vai estar em funcionamento a 100%, pois nem sempre funciona e nota-se que os módulos da plataforma ainda estão a ser introduzidos aos poucos;
  • Certo é a confusão que este sistema vai criar a quem não tem tanta habilidade informática, a organização de informação, orientação espacial entre outros aspectos estão totalmente alterados, ainda vai levar algum tempo a todos perceberem as funcionalidades e orgânica da nova plataforma;
Aspectos negativos:
  • Que nesta confusão não se aproveitem para prejudicar mais um conjunto de pessoas que levarão mais tempo a perceberem a plataforma;
  • As habilitações introduzidas vêm com erros quem não as rectificar poderá sofrer consequências, admira-me é terem feito transição de uma aplicação para outra com erros (revela falta de profissionalismo);
  • Nos dados das habilitações vem uma questão nova “Tem mais de 365 dias de profissionalização?” cuja resposta poderá ser sim ou não…mas surge a ponderação até que ponto essa informação é validada ou não;
  • Ao visionar-mos as ofertas em que já nos candidatamos, na aplicação anterior após o termo da mesma vinha indicada a pessoa selecionada para a mesma, nesta nova aplicação essa informação foi anulada…está lá todos os dados relativos à oferta mas não os dados da pessoa selecionada para o lugar…não se sabe se se vai manter assim ou será retificado. Mas é uma informação importante sabermos o n.º do candidato selecionado para sabermos se havemos de interpor recurso ou não caso consigamos comprovar que a pessoa em questão tem menos graduação e/ou tempo de serviço que nós entre outros aspectos relativos aos critérios de selecção;
     Com a surpresa da mudança de “visual” a aplicação antiga das BR’s e OE ficou desactivada, deixando assim os professores de conseguir ver quem ficou colocado nas listas anteriores e quem não ficou colocado. Esses dados ficaram inacessíveis (até de momento assim se mantém);

Estes são apenas os aspectos que ressaltam logo num primeiro contacto com a plataforma da SIGRHE. Mais ainda, pelo que deu para perceber mediante o tipo de pessoa a aceder à mesma (escola, candidato, outra entidade) tem apenas acesso aos módulos a que lhe dizem respeito (ficando todos os outros ocultos e de acesso negado)
Ainda estou em pesquisa e estudo a aplicação MOBILIDADE – ACIP, para entender como se processa e a quem realmente se destina assim como a nova aplicação GESTÃO de ENTIDADES. Prof-Admin